Curiosidades

5 monarcas do passado e seus apelidos

Carlos II da França (O Calvo)

O Sacro Imperador Carlos II da França tornou-se um dos monarcas mais conhecidos do seu tempo pelo seu envolvimento em várias disputas territoriais familiares. Depois de receber terras de seu pai, o imperador Luís I, Carlos se envolveu em uma série de guerras civis entre seus meio-irmãos pela manutenção das terras para um status de sucessão. Alguns historiadores teorizam que o apelido pode ter sido mais irônico do que ilustrativo, mas outros estudiosos pensam que ele era realmente careca.

Guilherme I da Sicília (O Mau)

Embora tenha ficado conhecido por um nome pouco positivo, Guilherme, o Mau, governava a Sicília de maneira eficiente e progressiva. Ele promoveu a ciência e a alfabetização durante seu reinado e até praticou a tolerância religiosa. Na verdade, o seu apelido de “mau” veio através da eliminação do poder dos barões da Sicília em favor de uma autoridade mais centralizada.

Luís V da França (O Preguiçoso)

Último rei da dinastia carolíngia, Luís V foi um daqueles típicos monarcas que ficaram mais conhecidos por conta do seu reinado decepcionante. Coroado rei da Aquitânia em meados de 979, enquanto seu pai ainda estava vivo, Luís V acabou recebendo o curioso apelido de “preguiçoso”. De fato, ele nunca teve interesse em reunir esforços para fazer coisas como retomar a Aquitânia.

Ivaylo da Bulgaria (O Repolho)

Ivaylo era um daqueles monarcas que surpreendentemente conseguiram deixar uma vida de pobreza para atingir um status de riqueza invejável. Nascido como um simples camponês, ele era conhecido pelo apelido búlgaro de “Repolho”. Ele se tornou famoso no país ao liderar uma revolta no nordeste da Bulgária em 1277, na qual ele e seu exército obtiveram várias vitórias contra os tártaros. Depois que seu exército matou o czar Constantino Tico da Bulgária durante uma das batalhas, Ivaylo foi reconhecido como o novo czar do país.

Ivã IV da Rússia (O Terrível)

No ano de 1547, Ivã IV obteve o elevado título de “czar e grande príncipe de toda a Rússia”. Após essa promoção real, a maioria de suas reformas de centralização foram saciar o seu fervoroso desejo de limitar os poderes da aristocracia hereditária em favor da nobreza e seus serviços. Em 1581, ele também chegou a assassinar o seu próprio filho Ivã Ivanovich da Rússia, o único herdeiro viável de seu trono.

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